terça-feira, 2 de maio de 2017

Resenha— Alucinadamente feliz.

Olá Lêzers, sentiram saudades ? Eu sei que sim, faz um tempo que não posto mas estou aqui para recuperar o Atraso



Sinopse: Jenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é.
Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade.


Bom, o primeiro de tudo, é entender que esse não é um livro de auto ajuda , e se você tem, ou suspeita que tenha, depressão, sugiro que consulte a um psiquiatra, não que sejam malucos, mas por precisarem de ajuda.
Dito isso, posso dizer que o livro ele tem seu Q de engraçado, e ele estava muito bom, até a parte la no final , em que me decepcionei um pouco, mas fora isso, foi uma boa leitura, e uma leitura rápida, e bem animada.
É uma biografia, e tudo que esta ali aconteceu de verdade, claro que no livro ela apenas citou as partes engraçadas da sua vida, e que você não deve achar que ter depressão é levar a vida na brincadeira, cada um tem sua forma de lidar com a depressão e a dela é aproveitar os bons momentos e fazer de tudo para fazer de cada momento especial.


É isso, XoXo e até o próximo livro.